Almandrade

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Almandrade, o homenageado, é poeta, artista plástico, arquiteto, professor e há anos trabalha com diferentes mídias, compõe uma obra que se expressa num vocabulário mínimo, seja pictórico ou linguístico, e estabelece novos significados pela junção da palavra com a imagem. Almandrade é um dos principais nomes da poesia visual brasileira desde os anos 70, quando a experimentação das formas revolucionou o campo da poesia.

Participou de várias mostras coletivas, entre elas: XII, XIII e XVI Bienal de São Paulo; “Em Busca da Essência” – mostra especial da XIX Bienal de São Paulo; IV Salão Nacional; Universo do Futebol (MAM/Rio); Feira Nacional (São Paulo); II Salão Paulista, I Exposição Internacional de Escultura Efêmeras (Fortaleza); I Salão Baiano; II Salão Nacional; Menção honrosa no I Salão Estudantil em 1972. Integrou coletivas de poemas visuais, multimeios e projetos de instalações no Brasil e no exterior. Realizou cerca de trinta exposições individuais em vários estados. Tem trabalhos em vários acervos particulares e públicos, como: Museu de Arte Moderna da Bahia, Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro), Museu da Cidade (Salvador) e Pinacoteca Municipal de São Paulo, Museu Afro (São Paulo), Museu de Arte do Rio Grande do Sul e Brazil Godlen Art.

Publicou oito livros e integrou coletivas de poemas visuais no Brasil e exterior entre 1975 e 2012. Entre suas obras estão: Obscuridade do riso (1982), Poemas (1988), Suor noturno (, 1993), Poesias (1997), Arquitetura de algodão (2000), Escritos sobre artes (2008).