Participantes

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Almandrade

 

Almandrade, o homenageado, é poeta, artista plástico, arquiteto, e professor e há anos trabalha com diferentes mídias, compõe uma obra que se expressa num vocabulário mínimo, seja pictórico ou linguístico, e estabelece novos significados pela junção da palavra com a imagem.

 

Almandrade é um dos principais nomes da poesia visual brasileira desde os anos 70, quando a experimentação das formas revolucionou o campo da poesia.

Homenageado

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Alex Simões é poeta, escritor, professor, performer, tradutor e editor. É autor de Estudos para Lira (inédito, Menção no Prêmio Copene 2001), Quarenta e Uns Sonetos Catados (2013), (hai)céufies (2014) e Contrassonetos Catados & Via Vândala (2015), No meu corpo o canto: #experimentoscomletrasurbanas (2010). Colabora em Revistas Literárias, antologias e em blogs/sites de literatura. Ministra oficinas de poesia, com foco em versificação e ações performáticas em poesia. Traduziu o livro Entonces Daniela, (2015) e coeditou um número da Revista Organismo.

Alex Simões

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André Vallias (São Paulo, 1963) é poeta, designer gráfico e produtor de mídia interativa. Foi curador de importantes mostras de poesia visual e digital. Publicou Heine, hein? (Perspectiva, 2011), Totem (Cultura e Barbárie, 2014), Oratório (Azougue, 2015) e Bertolt Brecht: Poesia (Perspectiva, 2019), pelo qual recebeu o prêmio Jabuti de tradução em 2020. É editor da revista online www.erratica.com.br

André Vallias

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Ari Sacramento

É filólogo de formação, professor dos cursos de Letras, História (UFBA) e Arquivologia por onde tem aprendido a arqueologia das palavras. Escritor em desavença com os sentidos fixos, já publicou poemas na Coletânea Ogums Toques Negros e na edição 9 da Organismo Editora, organizada por Conceição Evaristo e Lívia Natália. Artífice no tempo, sua poesia tem a pressa dos caracóis e a discrição dos trovões.

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Auritha Tabajara

Auritha Tabajara, escritora , poeta e contadora de histórias, a primeira cordelista indígena do Brasil, nasceu na aldeia Tabajara no topo da Serra Ibiapaba, a oeste do Estado do Ceará na região de Poranga divisa entre Piauí e Ceará em 1979 por mãos de duas parteiras.  Foi sua avó materna, Francisca Gomes de Matos, uma mulher forte guerreira, rezadeira e uma grande contadora de história que a criou e lhe deu o nome ancestral de Auritha, pois ela chorou na barriga de sua genitora, e foi com sua mãe avó, que aprendeu a manusear as ervas medicinais assim como a paixão pela arte de contar história. O seu livro Magistério Indígena em Verso e Poesia foi considerado como de leitura obrigatória nas escolas públicas pelo o Estado do Ceará.

Rool Cerqueira

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Brenda Rios é poeta, tradutora, foi bolsista da Fundación para las Letras Mexicanas (2003-2004). Residências Artísticas de Libre Gestión FONCA-CONACYT (2010-2011) e do programa de Residências Artísticas Sakatar, na Bahia (2019). Ministrou oficinas de escrita criativa, ensaios, crônicas e poesia em diferentes espaços da Cidade do México, Guerrero e Veracruz. Foi editora da Dirección General de Publicaciones da Universidade Autônoma Metropolitana, é colaboradora da Casa el Tiempo, El Universal, Este País, Crítica, La Jornada, Luvina, La Otra Magazine, Unidiversidad, Tierra Adentro, entre outras publicações. Traduziu para o espanhol Adélia Prado e uma coletânea de poesia e prosa de autores paranaenses.

Brenda Rios

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Gabriela Oliveira (BrielaG) é recifense, cresceu na favela do Curado. Rapper, poeta, compositora, militante negra, produtora e universitária, começou sua caminhada aos 15 nas rodas de batalhas. Foi integrante do antigo grupo de Rap em Recife Poder Feminino Crew. Em 2016 publicou o Zine Vômito do Meu Eu, retratando o cotidiano recifense através da poesia marginal. No Estado da Paraíba, produz o Slam das Minas PB e o Baile Black: uma festa com linguagem afrocentrada e inspirada nas africanidades. Atualmente, emerge com o seu projeto "Filha de Angola Janga: O primeiro território negro livre", materializado em formato de Fanzine numa produção totalmente autônoma e independente. Em 2019, participou do Slam nacional na Festa Literária das Periferias no Rio de Janeiro.

Briela G

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Calila das Mercês é baiana de Berimbau, escritora, pesquisadora e doutoranda do programa de Pós-graduação em Literatura da Universidade de Brasília [UnB], onde estuda movimentos, deslocamentos, representações e (re)mapeamentos de mulheres negras na literatura contemporânea. Publicou Mapeamento e diagnóstico da cadeia produtiva do livro da Bahia (2014-2015). Atualmente, coordena o projeto Escritoras Negras da Bahia (Edital Literatura - SECULT-BA/2016). Recebeu o Prêmio Pesquisa Literária da Fundação Biblioteca Nacional em 2015 pelo projeto de dissertação e o Prêmio Antonieta de Barros - Jovens Comunicadores Negros e Negras de 2016 pelo projeto Escritoras Negras. Publicou Notas de um interior circundante e outros afetos (2019).

Calila das Mercês

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Carolina Fomin é Doutoranda e Mestre (2018) em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), orientanda da Profa. Dra. Beth Brait. Coordenadora do curso de Pós-graduação em Tradução e Interpretação Libras/Português no Instituto Singularidades e atua como Tradutora e Intérprete de Libras-Português em conferências e em diversos espaços artísticos - culturais tais como MAM SP, MASP, Itaú Cultural, Auditório Ibirapuera, Bienal de SP, SESC etc, tanto na mediação educativo-cultural de exposições como em espetáculos teatrais e musicais voltados para o público adulto e infantil.

Carol Fomin

Charles Perrone é tradutor e professor de português e de literatura e cultura luso-brasileira na Universidade da Flórida – EUA. Entre suas obras estão: Brazil, Lyric, and the Americas (2010); Seven Faces: Brazilian Poetry Since Modernism. (1996); Masters of Contemporary Brazilian Song: MPB 1965-1985 (1989); Brazilian Popular Music and Globalization. Co-editor Christopher Dunn. (2001); Crônicas Brasileiras: Nova Fase (1970); Letras e Letras da MPB (1988); Taxi or Poem of Love in Transit, Tradução de Táxi ou poema do amor passageiro, de Adriano Espínola. (1992). 

Charles A. Perrone

Cida Pedrosa nasceu em Bodocó, no Sertão do Araripe pernambucano. Foi uma das militantes do Movimento de Escritores Independentes de Pernambuco na década de 80 e daí vem seu gosto e experiência com a récita. Tem sete livros de poemas publicados, Gris (xxx), Miúdos (xxx) Estesia (xxx), Claranã (2015) e As filhas de Lilith (2009), ambos selecionados pelo Prêmio Oceanos de Literatura, e Solo para Vialejo, vencedor do Prêmio Jabuti de 2020. Os poemas de As filhas de Lilith foram transformados no curta-metragem “Olhares sobre Lilith”, dirigido por 26 videastas pernambucanas. Cida tem participação em antologias de poemas e contos no Brasil e Exterior.

Cida Pedrosa

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Clarissa Macedo

Clarissa Macedo é licenciada em Letras Vernáculas, mestra em Literatura e doutoranda em Literatura e Cultura; é escritora, revisora, professora e pesquisadora, com diversos projetos em andamento, como a tradução de poetas (espanhol/português – português/espanhol). Apresenta-se em eventos pelo Brasil e fora do país (Colômbia, Peru, Cuba), com convites para mais de 18 países. Está presente em mais de doze coletâneas, além de diversos blogues, revistas (como a Machado de Assis) e sites. É autora de O trem vermelho que partiu das cinzas e de Na pata do cavalo há sete abismos (Prêmio Nacional da Academia de Letras da Bahia – 2014), ambos de poesia. Sua obra está traduzida para o espanhol e em processo de tradução para o inglês. 

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Claudinei Sevegnani é professor, artista e pesquisador. Doutor em Artes Cênicas e mestre em Dança pela UFBA, bacharel em Artes Cênicas pela UFSC. Atua principalmente em pesquisa e criação em arte contemporânea, estudos do corpo, improvisação em dança, performance e artes do vídeo.

Claudinei Sevegnani

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Cristiane Sobral é carioca e vive em Brasília. Multiartista, é escritora, poeta, atriz e professora de teatro. Bacharel em Interpretação e Mestre em Artes (UnB). Professora de Teatro da SEDF. Tem 9 livros publicados, o mais recente é Dona dos Ventos. Ganhadora do 1º lugar Festival Frente Feminina (DF) com Esperando Zumbi, texto e interpretação de sua autoria publicado na Antologia de Dramaturgia Negra (FUNARTE).  Sua raiz é afrocentrada e assentada nos Orixás, de onde brota a energia inspiradora e matriarcal. Em 2020 criou o selo editorial Aldeia de Palavras e o projeto Curso de Escrita Criativa, com 11 turmas e mais de 150 alunos e 2 publicações: uma antologia de contos (projeto formação literária com publicação) e uma de poesia com poetas de São Tomé e Príncipe (projeto Ilha de Palavras) com poemas em português, forro e crioulo.

Cristiane Sobral

A palavra e a voz formam o fio condutor que une as facetas do artista DANIEL FARIAS. Seja como ator no palco ou nas telas, com sua poesia nos saraus e livros, dando voz a locuções e dublagens ou assinando peças e composições.​​ No teatro atualmente integra o elenco de duas montagens do diretor JOÃO FALCÃO: Que Deus Sou Eu e o musical Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia. No CINEMA está nos filmes Receba, com direção de Rodrigo Luna e Pedro Perazzo e A Finada Mãe da Madame, de Bernard Attal. Na tela da TV CULTURA integra o elenco do episódio de estreia do programa Terradois, com direção de Mika Lins e Ricardo Elias. Sua trajetória artística inclui ainda passagens por grupos da BAHIA e de SÃO PAULO como Teatro da Vertigem, Vilavox, Cia. Do Miolo, Improviso Salvador e Oco Laboratório, com circulações por Brasil, Bélgica, Chile, Cuba e Portugal. Também já esteve em cena sob a direção de nomes como Denise Weinberg, Edvard Passos e Jorge Alencar, dentre outros. É autor dos livros de poesia Backup (Nave, 2015), O TEMPO DA COISA (Gris, 2019) e da peça teatral PAQUIDERME presente no livro Núcleo de Dramaturgia (Sesi, 2014) e com encenação de Daniel Alvim sob direção de Johana Albuquerque. Tem participado de diversos eventos literários como artista, mestre de cerimônias e mediador, com destaque para a Flipelô e o Farpa, ambos pelo Sesc.

Daniel Farias

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Edinho Santos

Edinho Poesia, Edvaldo Carmo dos Santos, ou Edinho Santos, é educador surdo do Itaú Cultural. Atua em várias áreas. Como poeta, tem participação no Slam do Corpo e se classificou entre os cinco melhores no Slam SP. Como ator, participou do filme O Matador. Como produtor, trabalhou no Vibração, no Bloco Vibramão e no Festival de Cultura Surda, do Itaú Cultural. Como ativista negro e surdo, compôs a organização do Congresso Nacional Social de Inclusão Negros Surdos. Na educação, também compôs equipes do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), do Museu do Futebol e do Museu Afro Brasil.

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Edma de Góis é jornalista e doutora em Literatura e Práticas  Sociais pela Universidade de Brasília (UnB). Sua produção recente, junto à  Universidade do Estado da Bahia (UNEB), dedica-se ao estudo de narrativas brasileiras  contemporâneas e à leitura no século XXI, pensando categorias como curadoria e livro de artista a partir da produção de mulheres escritoras. Na  mesma instituição, atua como professora colaboradora no Programa de Pós- Graduação em Estudo de Linguagens. É pesquisadora do Grupo de Estudos  em Literatura Brasileira Contemporânea (Gelbc/UnB) e do Grupo de  Investigação em Género, Artes & estudos Pós-coloniais (GAPS), da Universidade do Minho, em Portugal. Escreve para o Suplemento  Pernambuco e produz e apresenta o podcast sobre literatura  contemporânea Margens da Palavra, disponível nos principais agregadores  e players.

Edma de Góis

Edimilson de Almeida Pereira nasceu em Juiz de Fora, MG, em 1963. É poeta, ensaísta e professor de Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora. Tem uma obra extensa e múltipla, com publicações nas áreas de poesia: Zeosório blues (2002), Lugares ares (2003), Casa da palavra (2003) e As coisas arcas (2003), Relva (2015), Maginot (2015), Guelras (2016) e Qvasi (2017); infantojuvenil: Os reizinhos de Congo (2004) e O primeiro menino (2013); e os ensaios Malungos na escola: questões sobre culturas afrodescendentes e educação (2007) e Entre Orfe(x)u e Exunouveau: análise de uma estética de base afrodiaspórica na literatura brasileira (2017).

Edimilson de Almeida Pereira

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Nascido no subúrbio ferroviário de Salvador, Esteban Rodrigues era personagem que ganhou(ei) vida. Há 14 anos me reconheço poeta, há 24 me transformo poesia. Professor, porque nem só de estrofes viverá o homem. Pesquisador, porque toda prática se torna teoria. Homem trans, homem negro e quase um lutador de UFC contra o "cistema" que insiste em tentar me derrubar todos os dias.

Esteban Rodrigues

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Erika Mota

Erika Mota é pedagoga, proficiente na Língua Brasileira de Sinais, tradutora intérprete de LIBRAS Português/LIBRAS com ênfase na esfera artística e arte educação, co-curadora do Projeto 2018-2019 Literasurda do Sesc AV Paulista, integrante do Coletivo de Arte Slam do Corpo, atua em SLAM de Poesia, cursos como corposinalizante MAM-SP e performance, shows, teatros como a mostra de teatro Panorama Petrobras/SP 2013 a 2015, mediação arte educação entre outras linguagens artísticas nas principais instituições de arte como MAM de São Paulo, BIENAL, Itaú Cultural, MASP, Auditório Ibirapuera, Ação Educativa, Museu da Casa Brasileira – MCB e Instituto Moreira Sales.

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Fernanda Bastos é jornalista e escritora, e estreou na literatura em 2018 com Dessa Cor, coleção de poemas que equilibra habilidade estética e engajamento político ao debruçar-se sobre o passado e o presente dos corpos negros e das mulheres em uma sociedade profundamente segregada e violenta. É editora-geral da Figura de Linguagem e também servidora pública estadual. Mestra em Comunicação e Informação (Fabico), formada em Letras pela UFRGS e Comunicação Social pelo IPA, é colunista de Literatura RS.

Fernanda Bastos

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Izabela Alcantara, é poeta, multiartista, arte educadora, feminista, pesquisadora de semiótica, comunicação, e gênero. Atua como cineasta,  editora audiovisual, produtora, idealizadora de projetos, além de ser mediadora em oficinas artísticas e performar como Drag Queen. Formada e Publicidade e Propaganda (UNIFACS, 2017), e Bacharelado Interdisciplinar em Artes com ênfase em Cinema e Audiovisual (UFBA, 2017), Pós-Graduada em Comunicação e Marketing digital, Web Jornalismo e Novas Mídias (UCSAL, 2020), Mestranda do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (UFBA), e estudante de Jornalismo (UFBA). 

Izabela Alcantara

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Jade Bittencourt é uma escritora lésbica soteropolitana. Verifica amor entre mulheres, encontros e delicadezas. Tem dois livros de poesia publicados: Tinkuy (2018) e Amares Interrompidos (2019). Publicou também na antologia Corpo que Queima, de poetas baianas (2019), organizada por Maria Luiza Maia.

Jade Bittencourt

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Jorge Augusto de Jesus Silva é poeta e professor, soteropolitano, do bairro da Liberdade, publicou poemas nos livros Antilogia – organização de coletânea de poetas de Bahia e São Paulo, 2011, nas coletâneas O diferencial da favela, e na Enegrescências. Tem poemas em revistas como Diversos afins, Germina Literatura, Revista Cronópios, Bahia Notícias, SUL21 entre outras. É doutor em Literatura e crítica da cultura pela UFBA, onde integra a coordenação do grupo de pesquisa Rasuras. Organizou o livro Contemporaneidades Periféricas e foi co-organizador de Rasuras Epistêmicas das estéticas negras contemporâneas e Revista Fólio/UESB, com o dossiê: “O devir negro na literatura brasileira”. É também editor das coleções: Novos baianos, contemporaneidades periféricas e da Revista de literatura brasileira contemporânea – organismo.

Jorge Augusto

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Jussara Silveira estreou como cantora em 1989, no Teatro Castro Alves. No ano seguinte apresentou-se no Grande Auditório do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MASP). A partir daí, tem cantado nas mais importantes casas de shows de São Paulo, do Rio de Janeiro e muitas outras cidades do Brasil e do exterior.Vencedora do Prêmio Copene de Cultura e Arte (hoje Prêmio Braskem), na Bahia, Jussara lançou seu primeiro disco solo em 1997 (selo Dubas Música/Universal). Participou de várias coletâneas, como o antológico CD “Diplomacia - Tributo a
Batatinha” (EMI) e “Cole Porter e George Gershwin – Canções, Versões, de Carlos Rennó” (selo Geléia Geral/Warner). Em 1998, lança seu segundo disco, Canções de Caymmi (selo Dubas Música/Universal), eleito um dos melhores do ano pelos críticos do jornal carioca O Globo. Já são nove discos gravados além de “Fruta Gogoia – uma homenagem a Gal Costa”, lançado em junho de 2017. Sem fazer concessões ao mainstream, Jussara Silveira segue cantando o que acredita e gosta. Expondo sua verdade sem disfarces, acabou transformando-se em uma artista cultuada, com público garantido onde quer que se apresente. “Uma voz carregada de sentidos, que vão se desnudando aos poucos”, escreveu Arnaldo Antunes. O contrário também vale: são sentidos carregados de voz, que ela traduz e transforma em mil e uma canções.

Jussara Silveira

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Kátia Borges

Kátia Borges é escritora e jornalista, além de mestre e doutora em Literatura e Cultura pelo Instituto de Letras da UFBA. Publicou os livros de poesia: De volta à caixa de abelhas (2002), Uma Balada para Janis (2010), Ticket Zen (2011), São Selvagem (2014), Escorpião Amarelo (2012) e O exercício da Distração (2017).  Seus poemas foram publicados nas coletâneas, Sete Cantares de Amigos, Concerto Lírico para 15 vozes, Roteiro da Poesia Brasileira – Anos 2000, Traversée d’Océans – Voix poétiques de Bretagne et de Bahia, edição bilíngue organizada por Dominique Stoenesco, Autores Baianos Um Panorama (2013), edição trilíngue lançada durante a Feira do Livro de Frankfurt, e na Mini-Anthology of Brazilian Poetry (2013), publicada nos Estados Unidos e México.

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Militante do Movimento Negro Brasileiro, é poeta, contista, compositor. Tem publicado poemas e contos em antologias diversas. É autor dos livros de poemas O Vento (2003), Kalunga – poemas de um mar sem fim/poems of an infinite sea (2011), e Pretices & Milongas (2019). Em 2011, lançou seu primeiro livro de contos Sete – Diásporas ìntimas. É um dos criadores e coordenadores do projeto QUARTINHAS DE ARUÁ – encontros de literatura negra, atividade que objetiva valorizar o pensamento e a literatura feita por negros no Brasil, África ou Diáspora.

Lande Onawale

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Maria Letícia Lopes Bomfim, mulher, preta e poeta. 21 anos, de Santa Rita de Cássia, interior da Bahia. Graduanda do BI em Humanidades pela UFOB, participante do coletivo negro Mocambo, extensionista do projeto Humanizartes que tem como proposta o artivismo, promovendo peças teatrais e oficinas de arte no geral, com foco no Oeste da Bahia.

Letícia Bomfim

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Louise Queiroz nasceu em Salvador, Bahia, no ano de 1993. É poeta e estudante de Letras na Universidade Federal da Bahia. Autora do livro Girassóis estendidos na chuva (paralelo13s, 2019), tem poemas publicados nas coletâneas Enegrescência (2016), Cadernos negros 39 – poemas afro-brasileiros (2016), Kama – poemas e contos eróticos, no e-book Cadernos Araxá e em alguns sites como Diários Incendiários e Escritoras Negras da Bahia.

Louise Queiroz

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Lubi Prates é poeta, tradutora, editora e curadora de literatura. Tem diversas publicações em plaquetes, antologias e revistas nacionais e internacionais. Organizou os festivais literários para visibilidade de poetas, [eu sou poeta] (São Paulo, 2016) e Otro modo de ser (Barcelona, 2018) e também participou de festivais literários no Brasil e em países da América Latina. Editora e sócia-fundadora da nosotros, editorial, é responsável também pela revista literária Parênteses. No campo social, dedica-se a ações que combatem a invisibilidade de mulheres e negros.

Lubi Prates

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Lúcia João Tite - Tite Poeta Revoltada, tem 20 anos, é moçambicana e vive atualmente no Brasil. Começou a escrever no ensino primário e ganhou mais habilidade no ensino secundário com ajuda dos professores da língua portuguesa. Em 2019, representou Moçambique na França (Paris) e Brasil (Rio de Janeiro), ganhou o primeiro lugar no concurso Mozslam; primeiro lugar no concurso de declamação da Universidade Pedagógica e no concurso de declamação em homenagem ao Marcelino dos Santos e, ainda neste ano, venceu o concurso de declamação Slam Viral.

Lúcia João Tite

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Luciany Aparecida é escritora, professora de literatura. Escreve a partir da criação de assinaturas estéticas. Com a assinatura Ruth Ducaso publicou: Florim (2020), Contos ordinários de melancolia (2019). Com a assinatura Margô Paraíso publicou: Ezequiel (2019). E com a assinatura Antônio Peixôtro o zine: Auto-retrato (2019). Participou das Antologias: 40 em quarentena (2020), Ato Poético (2020), Revista Organismo v. 7 (2019), Autores Baianos: um panorama, v. 2 (2014). Tradução de seus textos em língua inglesa foram publicados em: Asymptote Journal (2018) (tradução de Elisa Wouk Almino), Monoa (2019) e Jellyfish Review (2020) (tradução de Sarah Rebecca Kersley).

Luciany Aparecida

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Luz Ribeiro é poeta e pedagoga. Nasceu em Jardim Souza, na Zona Sul de São Paulo, e estudou sempre em escolas públicas. Para lidar com o racismo e a exclusão, começou a escrever versos sobre seu cotidiano, em papéis que depois queimava. Em 2011 começou a frequentar saraus na periferia da cidade e a participar de slams. Venceu o Slam BR de 2016. Foi uma das organizadoras da edição paulista do Slam das Minas. Lançou em 2013 seu primeiro livro, Eterno Contínuo. Integrante dos coletivos Poetas Ambulantes, Slam Do 13 e Legitima Defesa, representou o Brasil na 11ª edição da Copa do Mundo de Slam, em Paris, em 2017.

Luz Ribeiro

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Marília Floôr Kosby nasceu em 1984 e é doutora em Antropologia Social, pela UFRGS (2017). Colabora com do Grupo de Estudos Etnográficos Urbanos (PPGAnt/UFPel) e o Grupo de Trabalho em Pensamiento crítico caribeo sobre raza y racismo (GT-CLACSO/Instituto de Filosofia de Havana/Cuba). Participa também dos Grupos de Pesquisa Méthéor e Cultures Sensibles, na Université de Liège, Bélgica.  É autora dos livros de poesia Os baobás do fim do mundo (2011), Siete colores e Um pote cheio de acasos (2013) e Mugido (2017), com o qual foi finalista do Prêmio Jabuti, e do ensaio de Antropologia Nós cultuamos todas as doçuras (2015), que recebeu Prêmio Açorianos de Literatura (2016) e o Prêmio Boas Práticas de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial IPHAN (2015).

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Marina RiMa é poeta e autora dos livros Vênus partida ao meio (Ed. Patuá, 2017), Estaca zero & outros desvios de percurso (Ed. Urutau, 2018) e Toda janela é algum tipo de saída (Ed. Penalux, 2019). É mestre em Estudos de Linguagens, na linha de Edição, Linguagem e Tecnologia e doutoranda no programa de Pós graduação em Estudos Literários da UFMG, na área de Teoria da Literatura e Literatura Comparada e na linha de Poéticas da Modernidade. Atualmente, desenvolve estudos sobre a poesia concreta e suas relações com o livro de artista.  

Marina RiMa

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Mel Adún, além de escritora, é jornalista, fotógrafa e especialista em roteiro para tevê e vídeo. É fundadora e idealizadora do primeiro programa a tratar da questão de raça e gênero, o webtv Tobossis Virando a Mesa – feito por e para mulheres negras. Cursou o mestrado em Literatura na Universidade Federal da Bahia. A autora vem publicando regularmente contos e poemas na série Cadernos Negros, tendo participado ainda de outras antologias e edições coletivas. Junto com o também poeta e escritor Guellwaar Adún, é responsável pela Editora Ogum's Toques, que publica autores negros.

Mel Adún

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Atriz, diretora teatral. Professora Associado I da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia. Possui graduação em Educação Artística Habilitação Em Artes Cênicas pela Universidade Católica do Salvador (1985), especialização em Composição Coreográfica pela Escola de Dança ? UFBA (1994), mestrado em Ma In Theatre Arts Performance – University of London (1997), doutorado em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (2005) e pós-doutorado pelo Instituto de Artes da UNICAMP – SP (2010). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Interpretação Teatral, atuando principalmente nos seguintes temas: ator, expressão vocal, processo de criação, interpretação e expressão vocal tendo como foco o ator/performer nas linguagens do teatro, do circo e da dança. Investiga o teatro narrativo, os contadores de histórias, a pesquisa de campo com relatos de vida e a pedagogia do teatro em suas diversas interfaces.

Meran Vargens

Midria da Silva Pereira - Créditos - pho

Midria é paulistana da zona leste, poeta, estudante de Ciências Sociais na USP, slammaster do Slam USPerifa e filha do coletivo Sarau do Vale. Atuando em slams desde 2018, no mesmo ano viralizou com sua participação no programa Manos & Minas recitando a poesia “A menina que nasceu sem cor”. Também em 2018 representou o ZAP! Slam no Slam SP e em 2019 o Slam das Minas - SP. Foi uma das 16 poetas negras de todo Brasil convidadas para o FLUP Slam Nacional 2019 e em 2020 lança seu primeiro livro de poesias, A menina que nasceu sem cor, além de uma adaptação infantil de mesmo nome. Aquariana mística, taróloga e numeróloga constrói o podcast “Curas Pretas”.

Midria

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Milena Britto é professora da Universidade Federal da Bahia e possui doutorado em Literatura e Cultura Brasileira.  Além da carreira acadêmica, tem atuação em políticas públicas para a área de literatura, tendo sido consultora da UNESCO/MinC/FUNARTE, e gestora de literatura da Fundação Cultural do Estado da Bahia de 2011 a 2015. É curadora de literatura e uma das coordenadoras editoriais do selo Paralelo 13S.

Milena Britto

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NegaFya (Fabiana Lima) – 23 anos, moradora do bairro da Sussuarana – Salvador - BA, poeta, MC, artista de rua, produtora cultural, ativista cultural, integrante do grupo de poesia Resistência Poética, idealizadora e produtora do Slam Das Minas-BA, vice-campeã do Rio Poetry Slam-Campeonato Mundial de Poesia Falada (2018), vice-campeã do campeonato brasileiro de poesia falada (2016), graduada no curso de enfermagem e angocapoeirista. "Poesia marginal, visceral e ancestral". Suas apresentações fazem denúncias de violências como racismo, machismo e sexismo, além de ter como principais característica a expressividade corporal e linguagem de fácil entendimento do público em geral.

NegaFya

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Nina Maria é baiana do interior, poeta, escritora, feminista e lésbica. Estuda Letras com Língua Francesa na UEFS, e é Autora dos livros À Flor da Pele (2019), Ela: Poemas e Cartas de Amor (2020) e Há Nove Luas em Mim (2020). Sua poesia está presente em algumas antologias nacionais e internacionais e é membro do grupo Mulherio das Letras Brasil, Bahia, Nordeste, Portugal, Itália e Europa.

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Patrícia Naia - Professora, oficineira, slammaster, autora do livro O punho fechado no fio da navalha, e do zine poemargem, escreve no blog legítima defesa. https://legitimadfsa.blogspot.com.br/.

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Raquel Lima (Lisboa, 1983-) é poeta, performer, arte-educadora, licenciada em Estudos Artísticos e doutoranda em Estudos Pós-Coloniais. Tem apresentado o seu trabalho em vários países da Europa, América do Sul e África em eventos de literatura e performance, nomeadamente na FLIP, FLUP Rio, FOLIO e Palavras Andarilhas. Co-fundou a associação cultural Pantalassa em 2011, e foi Diretora Artística do PortugalSLAM! - Festival Internacional de Poesia e Performance desde a sua criação até 2017. Lançou, em Outubro de 2019, o seu primeiro livro e áudio-livro de poesia intitulado Ingenuidade Inocência Ignorância (BOCA e Animal Sentimental).

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Rodrigo Lobo Damasceno nasceu em Feira de Santana (BA), em 1985, e vive em São Paulo desde 2011. Escreve poemas, contos, romances e ensaios. Às vezes, traduz. Junto com a artista Camila Hion, edita textos e imagens pelo selo treme~terra, onde atua também como artesão e feirante. Ao lado de Fabiano Calixto, Natália Agra e Tiago Guilherme Pinheiro, faz a revista de poesia Meteoro.

Rodrigo Lobo

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Rool Cerqueira é a multiartista que se encontra em várias formas de ser arte, montando sua trajetória artística com base na ancestralidade e no afro-futurismo. Mãe da Oficina Arrudeio (SSA2020) e da Oficina CorpoAdentro executada no Children's Museum of Oaxaca (PROJ. FLOTAR), Rool prega a conexão corpopalavra e destrincha essa força através das performances que hoje reuni títulos como: Bicampeã Baiana e Campeã Brasileira de performance em SLAM (SDM | VIRAL 20).

Rool Cerqueira

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Sarah Rebecca Kersley é poeta, tradutora, editora e livreira. Traduz literatura contemporânea brasileira para o inglês, com destaque na poesia. Nasceu no Reino Unido em 1976 e está radicada no Brasil há mais de uma década. Vive em Salvador, onde é uma das coordenadoras da Livraria Boto-cor-de-rosa e do selo editorial Paralelo13S. Os seus poemas e traduções foram publicados em diversos jornais e antologias e é autora dos livros Tipografia oceânica (poesia, 2017) e Sábado (crônica/memória/biografia, 2018), ambos publicados pela paralelo13S.

Sarah Rebecca Kersley

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Schneider Carpeggiani é graduado em Comunicação Social e Jornalismo pela UFPE e tem mestrado e doutorado em Teoria Literária pela UFPE, atuando principalmente nos seguintes temas: literatura brasileira, literatura latino-americana contemporânea, cultura pop e literatura brasileira contemporânea. Atuou como crítico de literatura e de cultura pop do Jornal do Commercio. É editor do Suplemento Pernambuco, jornal literário do Estado de Pernambuco, e da Cesárea Editora. Já editou também a revista de ensaios ArtFliporto e atuou como curador de conteúdo da Expoidea e do Festival de Literatura do Recife, em 2012, 2013 e 2014. É curador da Bienal do Livro de Pernambuco, da Semana do Livro de Pernambuco e da Feira do Livro do Vale do São Francisco. É organizador de Desencontros, Lembranças e Testemunhos; Escritores revelam o ato de forjar seus mundos.

Schneider Carpeggiani

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Sued Hosaná - Sued Hosaná, estudante de pedagogia, poeta, performer e vocalista de um duo perfo'politico'musical denominado MAMBAS, soteropolitana, nascida em Alagoinhas e criada no bairro do Arenoso teve sua vida enredada pelas palavras logo cedo, com uma avó fascinada por romances e pais que lhe incentivavam quase que diariamente à leitura, fez seu caminho na escrita, mas logo entendeu que entre o corpo, a palavra e a língua, preferia ser ‘escrevivência’ como já dizia Conceição Evaristo uma das suas maiores referências.

Sued Hosaná

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Tiago D. Oliveira nasceu em 1984, em Salvador-BA, graduado e mestrando em Letras pela UFBA, tendo passado pela UNL (Portugal). Tem poemas publicados em blogs, portais, revistas e jornais especializados no Brasil, Portugal e Espanha. Participou também de antologias no Brasil e em Portugal. Publicou Distraído, poesia (Editora Pinaúna, 2014), Debaixo do vazio, poesia (Editora Córrego, 2016), Contações, poesia (Editora Patuá, 2018) e As solas dos pés de meu avô, poesia (Editora Patuá, 2019). Escreve para o portal literário Letras In.Verso e Re.Verso. Finalista do prêmio Oceanos 2020 com o livro As solas dos pés de meu avô e Vencedor do Selo João Ubaldo Ribeiro 2020, na categoria poesia, com o original Soprando o vento.  

Tiago D. Oliveira

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Timo Berger é poeta, produtor cultural e tradutor. Dirige o Festival Latinale (Berlim) voltado para literatura Latino-Americana e dirigiu de 2004 até 2007 o Festival de poesia Salida al Mar (Argentina). Traduziu para o alemão autores como Laura Eber, Washington Cucurto, Silvio Rodriguez, Kalaf Epalanga, Laura Erber e Sergio Raimondi e uma compilação da poesia de Nicolas Behr. Em 2008 publicou o livro de poemas Ferne Quartiere (2015).

Timo Berger